"Às vezes, quando ergo a cabeça estonteada dos livros em que escrevo as contas alheias e a ausência de vida própria, sinto uma náusea física, que pode ser de me curvar, mas que transcende os números e a desilusão. A vida desgosta-me como um remédio inútil. E é então que eu sinto com visões claras como seria fácil o afastamento deste tédio se eu tivesse a simples força de o querer deveras afastar.

Vivemos pela acção, isto é, pela vontade. Aos que não sabemos querer — sejamos génios ou mendigos — irmana-nos a impotência. De que me serve citar-me génio se resulto ajudante de guarda-livros? Quando Cesário Verde fez dizer ao médico que era, não o Sr. Verde empregado no comércio, mas o poeta Cesário Verde, usou de um daqueles verbalismos do orgulho inútil que suam o cheiro da vaidade. O que ele foi sempre, coitado, foi o Sr. Verde empregado no comércio. O poeta nasceu depois de ele morrer, porque foi depois de ele morrer que nasceu a apreciação do poeta.

Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se o não fizerem ali?”

Prabhujee Dayaa Karo
Maname Aana Baso.
Tuma Bina Laage Soonaa
Khaali Ghatame Prema Bharo.
Tantra Mantra Poojaa Nahi jaanu
Mai To Kevala Tumako Hi Maanu.
Sare jaga Me Dhundaa Tumako
Aba To Aakara Baahan Dharo.
***
Oh! Mestre, conceda-me um pouco de compaixão
Por favor, venha e more em meu coração.
Porque sem você, estou dolorosamente só
Encha este pote vazio do néctar do amor.
Eu não sei qualquer tantra, mantra ou adoração ritualista
Eu sei e só acredito em você!
Eu tenho o procurado no mundo inteiro
Por favor, venha e segure minha mão agora.

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